Bairros

Postado em 23/01/2017 10:23

Licitação do lixo em Camaçari ainda segue com futuro indefinido

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O mérito da ação em 2º grau está na mesa do desembargador Maurício Kertzman para ser apreciado, cuja demora é a de apuração de informações de todas as partes envolvidas.

A licitação 04/2016, suspensa, contava, inclusive, com vencedor: o Consórcio Jotagê Revita e Torre Empreendimentos que dividiu as atividades em lotes com valor superior a R$ 83 milhões.

A decisão inicial que suspendeu os efeitos da licitação foi do juiz César Augusto Borges de Andrade, que deferiu a ação movida pelo vereador Jorge Curvelo (DEM). Vale salientar que empresas que perderam o processo licitatório também moveram ações contra a licitação.

Até então, quem cuidava do setor na cidade era a Limpec – Limpeza Pública de Camaçari, empresa estatal. Políticos locais denunciam sucateamento do empresa para forçar a terceirização.

Por conta do imbróglio, que afetava a coleta de lixo na cidade, o novo prefeito Antônio Elinaldo (DEM) deu ordem para a contratação de uma empresa, em regime emergencial, por 90 dias, para realizar o trabalho. A Naturalle, contratada para o serviço, tem como sócio o filho do ex-governador da Bahia e secretário da Fazenda de Salvador, Paulo Souto (DEM).

Segundo fontes locais, o democrata segue de mãos atadas para proceder com o setor, contudo, deve continuar com a proposta da terceirização.

No projeto de reforma administrativa aprovada no fim do ano passado pela Câmara de Vereadores da cidade, a Limpec deverá ser extinta. Atualmente o órgão está vinculado a secretaria de Serviços Públicos.

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