Bairros

Postado em 11/01/2018 11:40

O mais agradável mormaço do mundo

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Repórter fala sobre os calores, colírios e cachaças da lavagem

Acordei e o céu estava preto. Como assim? Bonfim é calor! Confuso com esse verão dos trópicos, foquei na missão: fazer um relato pessoal sobre a minha lavagem. “Hum, ai ai”, pensei. Primeiro porque meus Bonfins costumam ser muito mais profanos do que sagrados. Segundo porque, com a quantidade de amigos que costumo encontrar na festa, se realmente fosse viver meu Bonfim, não chegaria tão cedo na Colina e, consequentemente, no jornal.

Começou na Avenida Contorno. Primeiro, Raquel. Depois, Rovena. O “cacau” parecia que ia cair com força. Cheguei na Conceição e, antes do cortejo sair, rolou um rápido chuvisco. Pronto, parou por aí. Para manter a tradição, ainda que sem sol, Senhor do Bonfim mandou Pedro fechar as torneiras e ligar a estufa. Um mormaço dos infernos subia do asfalto. Mas, a cada amigo que aparecia, parecia ser o mais agradável mormaço do mundo.

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