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Postado em 30/01/2018 1:46

Rui fala que é baléla a avaliação de diretor do Instituto Paraná

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governador da Bahia, Rui Costa (PT), classificou como “balela” e “conversa fiada” a avaliação do diretor do Instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, de que ele terá dificuldades para se reeleger caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não consiga reverter sua condenação no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

“Vamos trabalhar. Eu não quero comentar pesquisa nem comentar a opinião de dono de pesquisa. Isso aí não mexe um milímetro, um fio do meu cabelo não se mexe com opinião de dono de instituto de pesquisa. Eu não me guio nem o povo decide conforme a opinião dele. Isso é balela, conversa fiada”, definiu Rui, na manhã desta terça-feira (30), durante evento de 1 ano do Programa Primeiro Emprego, no auditório do Senai Cimatec, em Salvador.

Em entrevista à revista IstoÉ, Hidalgo afirmou que, sem o petista nos palanques estaduais, os postulantes enfrentarão dificuldades, uma vez que a sigla perdeu musculatura.

Para o chefe do Palácio de Ondina, Lula está sendo alvo de uma perseguição histórica, segundo ele, vista somente à época do governo militar.

“Nunca se viu isso na história do Brasil. Só com Getúlio Vargas, mas nada parecido com o que estão fazendo com o ex-presidente. Isso, na minha opinião, só vai aumentando o sentimento do povo de que ele está sendo perseguido, sendo vítima, eu diria, daqueles que não querem dar oportunidade para a maioria do povo brasileiro. Esse é o sentimento. Isso vai ficar mais claro durante o período eleitoral. Todos aqueles que foram pegos recebendo mala, ou a maioria deles, contra quem que se tem prova material, serão candidatos esse ano”, afirmou Rui.

Segundo o governador baiano, “à medida que o ex-presidente é perseguido, será fomentado um sentimento de insatifação popular”. Isso ficará escancarado para o povo e aumentará a insatisfação da população com esse sistema, que é seletivo, não é democrático e com um sistema Judiciário que expressa a opinião de alguns. Não gosto de generalizar, mas há uma militância político-partidária daqueles que não deveriam ter preferência partidária, não deveriam ter militância na política, que são procuradores e juízes”, acusa.

Sobre a possibilidade de o ex-ministro Jaques Wagner ser o plano B do partido na disputa presidencial, Rui diz que esse cenário só poderá ser discutido após o registro da candidatura do ex-presidente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Se esse debate ocorrer, será pelo extremo da perseguição durante a campanha. O registro eleitoral será solicitado só no dia 15 de agosto. Só a partir daí é que vai ter [Lula] que ser notificado, vai a julgamento no TSE, e nisso a campanha já vai estar em andamento. Na minha opinião, o Lula será candidato e, ao longo da campanha, ou posterior à campanha, será julgado pelo TSE. Aí as opções vão ser jurídicas ao longo da campanha. Mas até lá, na minha opinião, será o nome de Lula o de candidato a presidente.

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