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Postado em 12/08/2017 1:04

Suspeito de disseminar mensagens de toque de recolher por rede social é preso

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Um homem suspeito de disseminar mensagens de toque de recolher através de uma rede social foi preso no final da tarde desta sexta-feira (11), no município de Catu, cidade a 78 quilômetros de Salvador. A informação foi divulgada pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

O suspeito é Zenildo dos Santos Júnior, que, segundo a polícia, é integrante da da mesma facção criminosa de Marcelo Batista dos Santos, conhecido como “Marreno”, morto em confronto com policiais da Força-Tarefa da SSP, na quarta-feira (9).

Zenildo
Zenildo

Conforme a polícia, guarnições da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) encontraram com Zenildo celulares com áudios disseminados via WhatsApp determinando fechamento do comércio local.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia Territorial de Catu. A região, conforme a SSP-BA, segue com reforço da Cipe Polo e Rondas Especiais (Rondesp) Leste por tempo indeterminado

Estabelecimentos comerciais localizados na Avenida Jorge Amado, região dos bairros do Imbuí e Boca do Rio, em Salvador, também fecharam as portas, na manhã desta sexta-feira, após um suposto toque de recolher ordenado por bandidos da região, após a morte de “Marreno”. O secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, informou que os suspeitos já foram identificados.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) informou que metade dos estabelecimentos comerciais abriu normalmente e uma outra parte fechou por conta de um áudio que circulou no WhatsApp, determinando o fechamento das lojas.

Além de Salvador e Catu, a SSP-BA informou que alguns comerciantes das cidades de Alagoinhas também fecharam os estabelecimentos após um suposto toque de recolher. Devido à situação, equipes da Rondesp Leste e Cipe Polo, da Polícia Militar, estão reforçando a segurança na cidade.

Na capital baiana, além de alguns estabelecimentos fecharem na Boca do Rio e Imbuí, os ônibus não estão parando, nesta sexta-feira, no ponto do Stiep, onde um ônibus foi incendiado também após a morte de “Marreno”.

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